Conheça a nova turma do Red Bull Amaphiko Brasil 2017

Após 432 inscritos e 36 finalistas, esses são os 15 projetos que participarão da nova edição brasileira do Red Bull Amaphiko Academy. São jovens empreendedores de todas as regiões do país, com histórias inspiradoras que buscam a transformação e inovação social da região em que vivem.

Com temas que passeiam por educação, política, sustentabilidade, arte, acessibilidade, tecnologia, gênero e tantos outros, a seleção está bem diversificada. Você pode conferir abaixo mais detalhes de cada um:

Denise de Oliveira

Adeola Princesas e Guerreiras
Denise de Oliveira

Pautado na afrobetização, termo que se refere ao ensino e valorização da cultura afro-brasileira, o projeto utiliza a história de duas princesas guerreiras africanas que viajam pelo tempo falando de África, dos povos africanos e afro-brasileiros, desde a pangeia até os dias de hoje. Abordando questões sobre gênero, relações raciais e a desconstrução de preconceitos, o Adeola valoriza, por meio da educação, a representatividade e o protagonismo das mulheres negras na construção da história da humanidade.

Diane Lima

AfroTrancendence
Diane Lima

Com base na própria história de ancestralidade de sua família, Diane criou um programa de imersão em processos criativos que busca promover a cultura afro-brasileira contemporânea. O projeto investiga a história que os livros não contaram sobre a formação da cultura brasileira, sendo uma alternativa aos modelos de educação tradicionais, com foco na aprendizagem coletiva.

Ariane Regina

Badu Design
Ariane Regina

Objetos de papelaria e presentes feitos a mão por mulheres em vulnerabilidade social, utilizando resíduo têxtil. Essa é a ideia desse projeto do Paraná que busca contar histórias por meio de produtos sustentáveis, contribuindo para a diminuição da poluição que vem da indústria de tecido e empoderando mulheres com geração de renda e capacitação profissional.

Caio Moreira

Beone
Caio Moreira

Das 450 milhões de pessoas com diabetes no mundo, cerca de 100 milhões desenvolvem feridas que não cicatrizam, e que podem levar à amputação, e não existe tratamento eficaz para isso. A BeOne trabalha com biotecnologia e propõe uma solução simples e barata para este problema. São utilizados dois comprimentos de onda de luz com propriedades incríveis de cura: um com propriedade bactericida e outro cicatrizante e anti-inflamatório. Junto a este tratamento fototerápico (à base de luz),utilizam um gel que potencializa a ação de cicatrização do tecido.

Sheila Souza

Brazilidade
Sheila Souza

Que tal conhecer um pouco do turismo do Rio de Janeiro que não está nos cartões postais? Esse projeto promove experiências guiadas, palestras e tours educativos pela favela Santa Marta, se preocupando em movimentar a rede de trabalho local e desconstruir o estereótipo cultivado em relação aos moradores do morro, com base no olhar de dentro, feito por quem nasceu e cresceu nele.

Kawoana Trautman

Cientista Beta
Kawoana Trautman

Despertar nos jovens a paixão pela ciência! Mas como? Contando experiências incríveis de quem, ainda cedo, realizou seus projetos com foco em problemas reais e, assim, transformou a si mesmo e seu entorno. Além de contar histórias inspiradoras, despertando o interesse pela Iniciação Científica, o projeto ensina sobre metodologia de pesquisa, projetos científicos, ciência, tecnologia e inovação possibilitando que os interessados possam receber a orientação adequada e uma rede de apoio essencial para que ele supere os desafios do processo.

Yasmin Reis

Circuito Rolezinho
Yasmin Reis

Ocupação de espaços e construção de novas narrativas, por meio da música, cinema e moda. O intuito do projeto é fazer circular produções culturais feitas pela e para a juventude negra soteropolitana, com novas ocupações, protagonismos e ressignificação o conceito da palavra rolezinho, transformando-a em perspectiva positiva com novas formas de diálogos com jovens negros em busca de lazer. Além de aumentar o sentido de pertencimento da cidade por parte da população negra de Salvador (mais de 80% do total da capital baiana).

Brenda Maia

Embaixadores de Minas
Brenda Maia

O projeto nasceu de uma conversa de pessoas inquietas, com desejo de fazer a diferença. São universitários, ex-alunos de escolas públicas de Belo Horizonte (MG) com o objetivo de causar impacto positivo por meio da execução de tecnologias sociais em escolas e comunidades, empoderando jovens da rede pública para que eles sejam a mudança que desejam ver no mundo. Desenvolvimento e execução de metodologias com foco na educação empreendedora, que busca levar os alunos a pensarem, sentirem e agirem sobre seu o papel na escola e como isso poderia refletir em toda comunidade.

Marcos Roberto

Me Viro
Marcos Roberto

Buscando contribuir para a melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência, a plataforma reúne amantes da cultura maker e no estilo ‘faça-você-mesmo’, ensina a construir soluções que tornem a vida mais independente para essas pessoas. Os projetos assistivos são compartilhados por uma rede de pessoas que os reproduzem, testam e sugerem melhorias em benefício de todos que tiveram a vida transformada por ele, para a criação de um mundo mais inclusivo e coletivo.

Franz Thomas

Navegando nas Artes
Franz Thomas

No extremo sul da cidade de São Paulo, jovens aprenderam a velejar na infância e agora, anos mais tarde, querem ensinar e utilizar o esporte náutico como ferramenta de transfomação de outros jovens e crianças. Tendo o grafite como aliado, o projeto propõe pintura nas embarcações e velas, além de vivências de navegação junto à comunidade buscando ampliar a reflexão, sensibilização e mobilização para temas como a valorização da água como bem natural finito, meio ambiente, lazer sustentável e mobilidade, com objetivo de refletir a relação das comunidades e seu ambiente.

Simony de Moura

Nina
Simony de Moura

Pesquisa realizada pelo Instituto YouGov e divulgada pela ONG ActionAid em maio de 2016, revela que 86% é a média brasileira de assédio sofrido por mulheres em espaços públicos. 68% das entrevistadas alegam que o lugar que elas mais sentem medo é no transporte. Diante desse problema, Nina é um protótipo de aplicativo com o intuito de auxiliar as mulheres na denúncia de assédio nos transportes públicos, desenvolvendo uma sororidade tecnológica e diminuindo a vulnerabilidade da mulher diante desse problema.

Gabriel Marmentini

Politize!
Gabriel Marmentini

Se falar de política parece chato, esse portal de notícias vem para transformá-la em um assunto divertido, claro, fácil, plural e que busque ativar a cidadania das pessoas. Com a ideia de levar educação política para cidadãos brasileiros, hoje o projeto tem 20 mil acessos diários e se prepara para dar seu próximo passo: cursos à distância, além de educação política nas escolas.

Irton Mario (Batman)

Som da Pele
Irton Mario (Batman)

Essa é uma experiência de inclusão com pessoas surdas por meio da música, mais especificamente do batuque de tambores. Revelando a musicalidade de pessoas com surdez total ou parcial, o projeto dá oportunidades para essas pessoas saírem da condição de espectadores e experimentarem a sensibilidade e criatividade musical que existe em cada uma delas, deixando de lados suas limitações.

Priscila Bertucci

Ssex Bbox
Priscila Bertucci

Pensar a sexualidade fora da caixa. Essa é a proposta desse projeto de justiça social que procura visibilizar o debate em relação às questões de gênero e sexualidade. Atua junto e a favor da comunidade LGTBQIA, trabalhando em várias vertentes: conferência anual, consultoria e ocupações, além de séries para internet, para facilitar a educação de pessoas e instituições, expandir a consciência, reduzir o isolamento, estimular a criação de comunidades e questionar antigos conhecimentos sobre a sexualidade e gênero.

Ingrid Ribeiro

Tipiti
Ingrid Ribeiro

Que tal consumir produtos sustentáveis da Amazônia sem sair de casa? A Tipiti um canal de venda e entrega de produtos do Pará aos nativos que residem em outros estados. O objetivo principal é manter os paraenses próximos de suas raízes, com a oportunidade de divulgar e tornar conhecida a cultura local em outros lugares do país. São produtos como artesanato, bebidas, comidas, ervas medicinais e cheiros da Amazônia.

Se eles já mudam o mundo, imagine com asas.

Os 15 selecionados participarão de uma jornada de 18 meses na qual terão as histórias e narrativas de seus projetos desenvolvidas junto à Red Bull, acesso a sessões de mentoria e espaços de reflexão e troca com uma equipe focada em potencializar o desenvolvimento pessoal e das iniciativas e criar oportunidades e conexões numa rede global de transformação.

Todo o processo começa na Red Bull Amaphiko Academy. Entre os dias 23 de junho e 2 de julho, no Red Bull Station, centro de São Paulo, uma intensa programação fornecerá ferramentas para que as pessoas se conectem, troquem experiências entre si e com outros empreendedores e se desenvolvam juntos. Uma semana que promete inspirar seus participantes e ampliar suas perspectivas de atuação. Acompanhe amaphiko.redbull.com/academy


2 Comentários

Extremamente feliz em fazer parte desta rede. Obrigado pela confiança. Agora a educação política tem asas!

Bora nessa, galera! <3